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Olli Rehn, comissário europeu das Finanças

Os Estados membros que se comprometam a realizar uma importante reforma das pensões poderão receber apoio para o programa de aprendizagem ao longo da vida a favor dos trabalhadores mais velhos

Marisa Matias

É preciso cumprir!

A frase batida do "é preciso cumprir" é, muito provavelmente, uma das mais escutadas nos últimos dois anos. Diria mesmo que é a frase que remata a sempre interminável explicação sobre a ausência de alternativa.


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Veja como se conspira contra a democracia na Venezuela

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A canga "no bom povo pelo menos até 2030?"
Sexta, 14 Dezembro 2012 16:30

 

No dia 4 de Outubro o ministro Gaspar prometeu "ao melhor povo do mundo" que a troika sairia de Portugal em 2014; alguns dias depois, o mesmo ministro Gaspar mais o governador do Banco de Portugal escreveram uma carta de 58 páginas ao FMI e à Comissão Europeia

disponibilizando-se, nas costas do "bom povo", para mais uma longa lista de cortes em 2014 e 2015 que não só garante a continuação da troika para lá da data prometida como assegura que será preciso continuar a cortar despesa pública pelo menos até 2030, ano em que supostamente a dívida terá o mesmo valor que tinha antes da invasão da troika. Este cenário, o de Portugal nos dias que passam, foi descrito pela eurodeputada Marisa Matias na sua crónica semanal no programa Conselho Superior da Antena Um.

"Quem é que restará em 2030 continuando a cortar desta maneira", interroga-se a eurodeputada da Esquerda Unitária (GUE/NGL) eleita pelo Bloco de Esquerda. Tanto mais que, recordando a experiência que o país vive, os cortes "não são feitos nas gorduras do Estado" mas sim "no osso das pessoas".

Marisa Matias citou na sua intervenção a lista de privatizações que o governo pretende continuar a fazer, deste a TAP e ANA até às Águas de Portugal passando pelos CTT, canais de rádio e TV, operadoras de resíduos, CP Carga e outras empresas que Passos Coelho e Gaspar ainda estão identificar para vender o que resta do país.

E ao contrário do que diz o PS, prosseguiu Marisa Marias, "não há boa nem má consolidação orçamental", porque se uma é com aumento de impostos que atingem as pessoas, a outra é com cortes de despesas, que também atingem as pessoas. A solução passa disse a eurodeputada citando as propostas apresentadas esta semana pelo Bloco de Esquerda, por renegociar a dívida, cortar a dívida, terminar com o memorando "e alterar este sistema inaceitável das parcerias público privadas".