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Olli Rehn, comissário europeu das Finanças

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Marisa Matias

É preciso cumprir!

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Deixar as decisões nas mãos dos governos "só tem dado asneira"
Sexta, 14 Dezembro 2012 16:24

 

O Parlamento Europeu, única instituição eleita diretamente na União Europeia, toma a sua posição sobre o orçamento da União para 2013 antes de se iniciarem as negociações finais com os governos. E tendo em conta o que se conhece,

"deixar as decisões nas mãos dos governos só tem dado asneira", afirmou a eurodeputada Alda Sousa durante a sessão parlamentar realizada esta semana em Estrasburgo.

A eurodeputada da Esquerda Unitária (GUE/NGL) eleita pelo Bloco de Esquerda acrescentou que esta situação não pode ser um bom prenúncio porque os mesmos governos que já em Junho prometiam "compromisso com o crescimento e o emprego" o que fazem é impor a austeridade, crescer o número de desempregados e querem transformar o trabalho numa precariedade eterna". Não será de admirar, portanto, acrescentou Alda Sousa, que a "proposta dos governos para o orçamento continue esse delírio austeritário".

Alda Sousa denunciou que, "como os governos não sabem fazer outra coisa senão cortar", preparam-se agora para atingir programas europeus de investigação, educação e formação e também os fundos de desenvolvimento regional e de coesão.

Não se trata apenas de cortar, acusou a eurodeputada, porque os governos têm dívidas de nove mil milhões de euros de fundos de coesão e fundos sociais a países como Portugal, Espanha, Grécia e Itália, "pondo em causa vários programas, como o Erasmus".

Alda Sousa salientou que o Parlamento Europeu ainda tentou minorar os efeitos de alguns desses cortes, "mas sem conseguir alterar a natureza do orçamento, quando o necessário são políticas solidárias".

Deste modo, concluiu a eleita do Bloco de Esquerda, a situação não é animadora uma vez que "deixar as decisões nas mãos dos governos só tem dado asneira".