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Olli Rehn, comissário europeu das Finanças

Os Estados membros que se comprometam a realizar uma importante reforma das pensões poderão receber apoio para o programa de aprendizagem ao longo da vida a favor dos trabalhadores mais velhos

Marisa Matias

É preciso cumprir!

A frase batida do "é preciso cumprir" é, muito provavelmente, uma das mais escutadas nos últimos dois anos. Diria mesmo que é a frase que remata a sempre interminável explicação sobre a ausência de alternativa.


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Itália 2013

berlusconibersani01 Berlusconi e Bersani, coligação, austeridade, condenação

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Veja como se conspira contra a democracia na Venezuela

A vitória de Nicolás Maduro, na Venezuela, não foi ampla mas nenhuma instância internacional que tenha enviado observadores a considera ferida de legitimidade. No entanto, tal como aconteceu antes e durante a campanha eleitoral, conspira-se na Venezuela para destruir a democracia, sob a direção habitual dos Estados Unidos da América, recorrendo aos seus satélites na região como operacionais. A agência Mediapart, na sua edição em espanhol, explica como.

"Onde estão as sanções contra a Alemanha?"
Sexta, 14 Dezembro 2012 16:21

 

Marisa Matias afirmou em 25 de outubro quinta-feira durante a discussão em plenário do Parlamento Europeu do relatório sobre o Semestre Europeu: "todos sabemos também que a Alemanha não cumpre as recomendações da Comissão Europeia (...)

A Alemanha não respeita as recomendações e não ouço aqui ninguém a dizer nada. Onde é que estão as sanções?"

A eurodeputada da Esquerda Unitária (GUE/NGL) eleita pelo Bloco de Esquerda questionou a aplicação de sanções automáticas, previstas por este relatório, para os países que não cumprem as metas inscritas nos Tratados para o défice e para a dívida. "Sobre isto parecem estar todos de acordo. São todos muito fortes para os fracos, mas muito fracos para os fortes. Enquanto não for aplicada nenhuma sanção à Alemanha por violar os Tratados - e a Alemanha até pode pagar porque a sua infração foi acumular excedentes - é imoral que tome por adquirido que devem pagar automaticamente os que também violaram por acumulação de défice, e que até por isso mesmo têm dificuldade em pagar. Isto não é democrático!"

Marisa Matias salientou que há dois pesos e duas medidas, que há tratamento diferenciado "mesmo no que diz respeito ao cumprimento do défice e da dívida, a regra não vale para todos por igual. Sabemos que é imediato para os países que estão sobre intervenção da Troika, mas o mesmo não se aplica a países do centro ou do norte da Europa que não cumprem os mesmos critérios."

A eurodeputada concluiu dizendo que "só quando conseguirmos introduzir alguma justiça em tudo isto é que conseguiremos uma verdadeira coordenação económica, que tão necessária é. Até lá, continuaremos a dar sempre mais destaque à aplicação de medidas que se apoiam quase exclusivamente nos cortes orçamentais, na privatização dos serviços públicos, no aumento de impostos. É esta a receita, sem tirar nem pôr, que está a ser aplicada nos orçamentos de Estado dos países sob intervenção. Para estes cidadãos, semestre europeu é sinónimo de injustiça e de pobreza. Em Portugal, num simples semestre europeu andámos muitos anos para trás."