Facebook
The Week

Miguel Portas

Copy/Paste

Olli Rehn, comissário europeu das Finanças

Os Estados membros que se comprometam a realizar uma importante reforma das pensões poderão receber apoio para o programa de aprendizagem ao longo da vida a favor dos trabalhadores mais velhos

Marisa Matias

É preciso cumprir!

A frase batida do "é preciso cumprir" é, muito provavelmente, uma das mais escutadas nos últimos dois anos. Diria mesmo que é a frase que remata a sempre interminável explicação sobre a ausência de alternativa.


Ler Mais...
Mil Palavras

Itália 2013

berlusconibersani01 Berlusconi e Bersani, coligação, austeridade, condenação

Instantâneos
Reflexões

Veja como se conspira contra a democracia na Venezuela

A vitória de Nicolás Maduro, na Venezuela, não foi ampla mas nenhuma instância internacional que tenha enviado observadores a considera ferida de legitimidade. No entanto, tal como aconteceu antes e durante a campanha eleitoral, conspira-se na Venezuela para destruir a democracia, sob a direção habitual dos Estados Unidos da América, recorrendo aos seus satélites na região como operacionais. A agência Mediapart, na sua edição em espanhol, explica como.

União Europeia não trava fraude fiscal enquanto carrega nos impostos PDF Versão para impressão
Quinta, 23 Maio 2013 19:48

fraudefiscal01

A União Europeia continua a não se entender no combate à fraude e evasão fiscal através de paraísos fiscais, não apenas no exterior do espaço dos 27 mas também no interior, como são os casos da Áustria e do Luxemburgo.

Estes dois países voltaram a impedir, na última cimeira europeia, a supressão do segredo bancário em relação a uma série de produtos financeiros pertencentes a cidadãos estrangeiros, e também a movimentos com seguros de vida e conglomerados de empresas.
Áustria e Luxemburgo argumentam que não assumirão o princípio da troca automática de informações entre os Estados membros enquanto Bruxelas não assinar acordos no mesmo sentido com cinco praças financeiras próximas da União: Suíça, Andorra, Mónaco, São Marino e Liechtenstein. As decisões sobre matéria fiscal têm de ser tomadas por unanimidade no interior da União, pelo que os dois Estados membros têm, na prática, direito de veto. A Áustria e o Luxemburgo alegam ainda que não estão seguros de que a Inglaterra tenha, como afirma, fechado a atividade de paraísos fiscais em territórios sob a sua administração, como as ilhas de Jersey e Guernesey.
As trocas automáticas de informações sobre atividades bancárias no interior da União Europeia incidem apenas sobre cidadãos e não sobre empresas.
A fraude, a evasão fiscal e o recurso a paraísos fiscais privam anualmente a União Europeia de um milhão de milhões de euros, cerca de oito vezes o seu próprio orçamento. Enquanto continuam a não se entender quanto à maneira de combater esta sangria, os governos recorrem cada vez mais ao aumento de impostos às populações, com cargas elevadíssimas sobre os estratos mais desfavorecidos, alegando a necessidade de combaterem a crise, os défices orçamentais e as dívidas públicas. O agravamento da carga fiscal é uma das medidas de referência da troika, na qual dois dos pilares são instituições europeias: a Comissão e o Banco Central Europeu.