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Miguel Portas

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Olli Rehn, comissário europeu das Finanças

Os Estados membros que se comprometam a realizar uma importante reforma das pensões poderão receber apoio para o programa de aprendizagem ao longo da vida a favor dos trabalhadores mais velhos

Marisa Matias

É preciso cumprir!

A frase batida do "é preciso cumprir" é, muito provavelmente, uma das mais escutadas nos últimos dois anos. Diria mesmo que é a frase que remata a sempre interminável explicação sobre a ausência de alternativa.


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Itália 2013

berlusconibersani01 Berlusconi e Bersani, coligação, austeridade, condenação

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Veja como se conspira contra a democracia na Venezuela

A vitória de Nicolás Maduro, na Venezuela, não foi ampla mas nenhuma instância internacional que tenha enviado observadores a considera ferida de legitimidade. No entanto, tal como aconteceu antes e durante a campanha eleitoral, conspira-se na Venezuela para destruir a democracia, sob a direção habitual dos Estados Unidos da América, recorrendo aos seus satélites na região como operacionais. A agência Mediapart, na sua edição em espanhol, explica como.

Povos árabes defendem-se do garrote da dívida externa PDF Versão para impressão
Quarta, 22 Maio 2013 18:56

 

Povos árabes que se libertaram de ditaduras estão a fazer auditorias cidadãs às dívidas externas dos seus países para decidirem o que é ou não legítimo pagarem, revelou a eurodeputada Alda Sousa num debate em plenário do Parlamento Europeu, em Estrasburgo.

Há um ano o Parlamento Europeu declarou como "odiosa" a dívida externa de países árabes como a Tunísia, a Líbia e o Egito por terem sido contraídas por ditaduras em contextos de enriquecimentos pessoais e negócios de armas. Muitas vezes esses regimes tiveram o apoio da União Europeia, lembrou a eurodeputada da Esquerda Unitária (GUE/NGL) eleita pelo Bloco de Esquerda.
A dívida externa da maior parte desses países, salientou Alda Sousa, "excede em muito o montante dos bens congelados e que devem ser devolvidos a esses países". Peritos europeus estão a estudar o processo de transferência desses bens, mas "porque os cidadãos andam mais depressa que os Estados", disse a eurodeputada, anteciparam-se a cálculos que venham a ser feitos por instituições externas e resolveram proceder a auditorias cidadãs para estabelecerem o que é dívida legítima e o que não o é.