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Miguel Portas

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Olli Rehn, comissário europeu das Finanças

Os Estados membros que se comprometam a realizar uma importante reforma das pensões poderão receber apoio para o programa de aprendizagem ao longo da vida a favor dos trabalhadores mais velhos

Marisa Matias

É preciso cumprir!

A frase batida do "é preciso cumprir" é, muito provavelmente, uma das mais escutadas nos últimos dois anos. Diria mesmo que é a frase que remata a sempre interminável explicação sobre a ausência de alternativa.


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"Dinheiro não falta, o que falta é vergonha" PDF Versão para impressão
Quarta, 22 Maio 2013 15:27

 

O Parlamento Europeu apurou que o montante das fraudes, fugas ao fisco e transferências para paraísos fiscais na Europa atinge anualmente um milhão de milhões de euros. Portanto, o problema com que nos debatemos "não é de falta de dinheiro, é de falta de vergonha", concluiu Marisa Matias.

A citada quantia foi evocada durante o debate sobre evasão fiscal realizado quarta-feira no plenário do Parlamento Europeu, em Estrasburgo. O milhão de milhões de euros em fuga todos os anos corresponde a oito vezes o orçamento da União Europeia. "Se cobrássemos impostos nos paraísos fiscais", sugeriu a eurodeputada da Esquerda Unitária eleita pelo Bloco de Esquerda, "o montante obtido daria para eliminar por mais de duas vezes a pobreza extrema existente no mundo".
Marisa Matias sublinhou que "os recursos estão concentrados, têm de ser redistribuídos". Numa Europa que se debate com a crise, recessão, níveis elevadíssimos de desemprego, crescimento de desigualdades e aumento da pobreza "fica muito claro", acrescentou, "que o problema não é a falta de recursos, é de falta de vontade política e de falta de vergonha".
"É de justiça social que falamos", prosseguiu a eurodeputada do Bloco de Esquerda, "e os governos não podem continuar a fazer como a avestruz, metendo a cabeça na areia. Têm de tomar posição, defender os interesses dos cidadãos e têm sobretudo de perceber que é a credibilidade do projeto europeu que está em causa".