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BCE, um superbanco, um monstro de várias cabeças PDF Versão para impressão
Quarta, 22 Maio 2013 15:00

 

A atribuição ao Banco Central Europeu (BCE) das funções de supervisão no âmbito da união bancária na Zona Euro foge às boas práticas de regulação financeira, é uma potencial fonte de graves conflitos de interesses, escapa ao controlo democrático e cria uma situação sem paralelo no mundo inteiro, declarou a eurodeputada Marisa Matias.

Atribuir funções de supervisão ao BCE é "um erro", explicou a representante da Esquerda Unitária (GUE/NGL) eleita pelo Bloco de Esquerda. Representa uma "concentração de supervisão prudencial e política monetária contrária às boas práticas de regulação do sistema financeiro" e "dá ao BCE um quadro de poderes estatutários sem paralelo no mundo inteiro.
A declaração de Marisa Matias foi proferida durante o debate sobre o processo de supervisão bancária no âmbito da união bancária na sessão plenária do Parlamento Europeu, em Estrasburgo.
"Se à política monetária e à supervisão juntarmos os poderes que o BCE vem exercendo para além dos seus estatutos, como os que exerce no âmbito dos programas das troikas estamos perante um superbanco com superpoderes", disse a eurodeputada.
Acresce que o BCE é uma instituição "com quase nenhum ou mesmo nenhum controlo democrático", como o vice-governador Vítor Constâncio confirmou recentemente ao dizer que os membros do Parlamento Europeu não têm nada a ver com estes assuntos, recordou a eurodeputada.
Só por "ingenuidade", acrescentou, se pode pensar que o BCE conseguirá isolar as funções de supervisão e política monetária. É como o árbitro de um jogo de futebol ser o treinador de uma das equipas". Por isso, previu a eleita do Bloco de Esquerda, "esperam-nos conflitos de interesses graves do ponto de vista da regulação financeira".
Também o eurodeputado Jurgen Klute, igualmente do GUE/NGL, considerou "inaceitável que o Banco Central Europeu recuse qualquer controlo democrático, principalmente em matéria de supervisão bancária".