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Miguel Portas

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Olli Rehn, comissário europeu das Finanças

Os Estados membros que se comprometam a realizar uma importante reforma das pensões poderão receber apoio para o programa de aprendizagem ao longo da vida a favor dos trabalhadores mais velhos

Marisa Matias

É preciso cumprir!

A frase batida do "é preciso cumprir" é, muito provavelmente, uma das mais escutadas nos últimos dois anos. Diria mesmo que é a frase que remata a sempre interminável explicação sobre a ausência de alternativa.


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Sobrevivência de reformados e pensionistas "joga-se na economia de casino" PDF Versão para impressão
Terça, 21 Maio 2013 19:37

 

O Parlamento Europeu aprovou como garantia de sustentabilidade das reformas e pensões a inclusão do setor privado, o que significa, como denunciou Marisa Matias, "fazer entrar de vez os regimes de pensões na economia de casino".

O documento elaborado e aprovado no âmbito do Parlamento Europeu, adotado terça-feira no plenário de Estrasburgo, é um relatório de iniciativa contendo princípios de legislação recomendados à Comissão Europeia. Ao contrário da intenção manifestada pelos promotores, não se trata de um documento para salvaguardar o sistema público de pensões, uma vez que, como salientou a eurodeputada do Bloco de Esquerda, deixa os rendimentos dos cidadãos ao fim da vida de trabalho dependentes do sobe e desce dos produtos financeiros.
"A proposta aprovada levanta vários problemas de fundo", salientou Marisa Matias, do grupo da Esquerda Unitária (GUE/NGL), eleita pelo Bloco de Esquerda. Um desses problemas é o aumento da idade de reforma para alargar o prazo de contribuição, "como se o desemprego não fosse o maior problema da união Europeia".
Outro dos problemas denunciados pela eurodeputada é o do "aumento da contribuição de quem trabalha reduzindo a contribuição dos patrões".
A situação mais gravosa é, porém, "incluir o setor provado como garantia de sustentatibilidade das reformas e pensões, o que é fazer entrar de vez os regimes de segurança social na economia de casino".
"Perante um mercado financeiro voraz e sem limites vai-se buscar às reformas e pensões e insiste-se em que as pessoas comprem produtos financeiros para terem uma vida digna ao fim de uma vida de trabalho", advertiu Marisa Matias. A eurodeputada do BE sublinhou que ao contrário do que defende a maioria responsável por este documento, "a dignidade ao fim de uma vida contributiva só pode ser defendida por sistemas públicos universais que não cortem a cadeia de solidariedade entre as gerações".