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Miguel Portas

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Olli Rehn, comissário europeu das Finanças

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Marisa Matias

É preciso cumprir!

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"E se fossemos a votos?" PDF Versão para impressão
Terça, 21 Maio 2013 16:51

 

Diga Durão Barroso o que disser, num dia ou o contrário no dia seguinte, austeridade implica "tragédia social e espiral recessiva", advertiu a eurodeputada Alda Sousa no plenário do Parlamento Europeu em Estrasburgo.

Uma sondagem revela que os portugueses já o perceberam e 82 por cento querem a renegociação ou a denúncia do memorando da troika. "As sondagens não votam? Então se fossemos mesmo a votos?", desafiou a eleita do Bloco de Esquerda.

Alda Sousa sublinhou durante uma intervenção em plenário que à Comissão Europeia "não interessam os reformados e os trabalhadores", uma vez que apenas pratica "a austeridade e a recessão". O próprio presidente da Comissão disse num dia que "a austeridade tinha atingido os limites" para no dia seguinte afirmar o contrário, que a austeridade "é indispensável".
Além disso, prosseguiu a eurodeputada da Esquerda Unitária (GUE/NGL) eleita pelo Bloco de Esquerda, a Comissão Europeia colocou-se ao lado do governo português, encorajando-o a violar a Constituição na sequência do parecer do Tribunal Constitucional em relação a medidas contidas no orçamento de Estado.
Os portugueses já perceberam tudo isso, disse Alda Sousa recordando que 82 por cento dos inquiridos numa sondagem defenderam a renegociação ou mesmo a denúncia do memorando da troika. Dirão que "as sondagens não votam? Muito bem, e então se fossemos a votos?", sugeriu.