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Miguel Portas

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Olli Rehn, comissário europeu das Finanças

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Marisa Matias

É preciso cumprir!

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Sacrifícios para os portugueses, maná para a banca PDF Versão para impressão
Sexta, 24 Maio 2013 14:25

chovedinheiro06

A banca em Portugal vive muito acima das possibilidades dos portugueses e o governo trata-a com uma deferência que é o contrário dos sacrifícios exigidos aos cidadãos, denunciou a eurodeputada Marisa Matias no programa Conselho Superior da Antena Um.

Crónica de Marisa Matias

Em dois anos, lembrou a eleita do Bloco de Esquerda, "a banca já recebeu 5600 milhões de euros do governo, muito acima dos quatro mil milhões de cortes mais recentes do programa de ajustamento". Apesar disso, acrescentou, "o governo não impôs uma única condição para que houvesse crédito à economia, por exemplo para ajudar a sobreviver pequenas e médias empresas com empréstimos a juros decentes".
O tema da intervenção da eurodeputada da Esquerda Unitária (GUE/NGL) foi suscitado pelo pagamento anual de um milhão de euros a uma administradora feito pelo BANIF, banco intervencionado pelo Estado e que recebeu 1100 milhões de euros de dinheiro dos contribuintes para evitar a falência.
"Já conhecemos esta história", disse Marisa Matias. "Aconteceu no BPN, onde o governo investiu 600 milhões de euros e que depois vendeu por 40 milhões, ainda por cima com mais de metade dessa verba garantida por fundos de pensões". Agora no BANIF, acrescentou, "temos um banco detido a 99 por cento pelo Estado sem um único gestor público, dirigido por gestores privados e com as mesmas regras do sistema financeiro".
Os 1100 milhões metidos pelo governo no BANIF, explicou ainda a eurodeputada do Bloco de Esquerda, correspondem a três vezes a quantia que o mesmo governo pretende obter em cortes aos reformados e pensionistas.
"A crise é uma oportunidade só para alguns", rematou Marisa Matias. "A banca tem vivido muito acima das possibilidades dos portugueses".